Da próxima vez que tiver presa no trânsito, ou numa loja movimentada, olha à sua volta! Há elevadas hipóteses de encontrar alguém que sofra de depressão ou ansiedade entre as pessoas que estão à sua volta. Estas perturbações são mais prováveis de acontecer nas mulheres do que nos homens, e esse risco aumenta entre as mudanças hormonais que ocorrem durante a vida de uma mulher, como uma gravidez ou a chegada da menopausa. Vamos ver de seguida alguns sintomas psicológicos e físicos associados a estas problemáticas:
Sintomas da depressão -> variação de humor e de comportamento; perda de interesse pelas actividades diárias; tristeza permanente; desânimo; irritabilidade; pessimismo; dificuldade em tomar decisões; cansaço; diminuição da libido; insónias ou excesso de sono; perda ou aumento do apetite; distúrbios digestivos; falta de memória; redução da concentração e da capacidade produtiva.
Sintomas da ansiedade -> fobias; fobias sociais; intenso medo ou desconforto perante certa situação; ataques de pânico; sentimento de perigo ou de catástrofe iminente e um anseio por escapar; palpitações; sudorese; tremores ou abalos; sensações de falta de ar ou sufocamento; sensação de asfixia, dor ou desconforto torácico; náuseas ou desconforto abdominal; tonturas ou vertigens; medo de perder o controlo ou de “enlouquecer”; medo de morrer; calafrios ou ondas de calor.
Se você apresentar alguns destes sintomas, recomendamos que procure a ajuda de um médico psiquiatra que melhor de que qualquer outro profissional, poderá avaliar com segurança o seu estado mental. Poderemos ainda fazer uma abordagem alternativa para que ultrapasse esse estorvo à sua felicidade que é a depressão/ansiedade…
Exemplo disso é a abordagem do pensador russo Gurdjieff e que vamos referir mais à frente, que no inicio do século passado falava já no auto-conhecimento e na importância de se saber viver, e que traçou para o efeito algumas regras de vida. Segundo especialistas, quem conseguir praticar a metade dessas lições, com certeza terá mais harmonia na sua vida. Pode-se ainda utilizar no tratamento algumas plantas medicinais alternativas. Cada vez mais pessoas estão a considerar a abordagem natural de forma a tentar evitar os efeitos secundários de alguns fármacos utilizados nos tratamentos médicos. Experiências recentes demonstraram o sucesso de algumas ervas, como o Bálsamo (Melissa Officinalis) ou a Lavanda Comum (Lavandula Angustifolia), eficazes na redução dos sintomas da depressão/ansiedade. O senão deste tipo de terapêutica é o facto de as ervas não funcionarem mais rapidamente do que os medicamentos médicos, o que exige alguma paciência do doente.
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